terça-feira, 20 de dezembro de 2011

E foi assim...




-Sim, mas passou por coisas muito boas aqui.

- Oxe, não nego. Ameei muitas coisas que aconteceram, mas elas não me impedem de ver outras que me fazem tomar um novo rumo, só isso.

-Que indiferença!

-Indiferença?

-É, indiferença sim. Ninguém de despede assim.

-Depende de quanto tempo se preparou para isso. Idéias formadas e bem alicerçadas tendem a aproximar-se ao lado racional da coisa.

- Calculista, não acha?

-Algo de ruim nisso? E no seu lugar passaria a calcular algumas coisas também.

-Sabe... Queria ser assim.

-Assim, como?

-Assim de resolver questões como essa com um simples diálogo, com essa cara dura... rs!

-É uma questão de prática. Já pensou em começar? rs...

-Falta coragem.

-Um dia ela chega(a coragem), mas se puder chamá-la é bom.

-Mas me soa frio, muito frio.

-Me deixa tentar te explicar uma coisinha? Não precisa encará-la como verdade, mas por hora tem dado certo comigo.

-Rs... não se deveria, mas tudo bem, pode falar.

-Escuta se quiser!

-"..."

-Você quer escutar, rs.

-Quero! :/

-Para dizer que um relacionamento não está bem, não é preciso esperar por uma briga; uma pessoa sente quando é amada, ainda que não aja uma declaração desse amor; você não precisa permanecer um um lugar incomodado quando tem o mundo inteiro para ir; para que uma despedida seja válida não é preciso chorar. com ou sem lágrimas, despedida é despedida. Não digo que você não deva chorar, só não espere que eu chore porque você está chorando. Muitas lágrimas foram derramadas e elas precisam de respeito, rs!

-Entendo, mas... Ah...

-Você não precisa me responder nada. Afinal, essa são verdades para mim e para mais alguns loucos que conheço. Relativas? Talvez, rs! Fica bem!

-Você também!







sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lacunas



Ainda bem que não conseguimos prender o que nos faz bem.
Já pensou se conseguisse esse feitio? Não sentiríamos saudade! Deus é mais!
A saudade nos permite perceber que assumindo ou não, pessoas, lugares, aromas, sabores fazem falta, sabe? Sinto saudade de olhares, gestos, músicas, discussões, acredite(se quiser)! E quando sinto essa falta, enxergo uma lacuna a ser preenchida não sei exatamente pelo que, mas alimenta uma insaciedade que me satisfaz, por incitar uma busca (que me parece interminável às vezes) de essências em tudo que vejo.
Quando sinto essa tal saudade, fico a perguntar : Por que, meu Deus, tendemos a encarar de forma depreciativa o que nos permite reconhecer nossa fragilidade, essa tal essência que nos faz mais humanos? São em momentos como esse que começo mais um "arranca-rabo" com Seu Plat's (há quem chame de Platão):     

- Venha cá meu Senhor, que história é essa de que a poesia nos torna vil? Sim... E daí que ficamos na "espinha-mole" quando nos identificamos com o que lemos, ou sensibilizados a ponto de dizer coisas como "Te amarei pro resto da minha vida", "Nada na vida me lembra o amor, como você", "Senti saudade mesmo, e por isso liguei", "Esquece meu orgulho, vem cá e me dá um abraço. É disso que eu preciso", "Sei que vai fazer falta, e já estou com saudade"? O que te fez pensar que isso degrada minha figura qual ser, mocinho? Nunca sentiu isso, ou sentiu a  tal ponto de sentir medo do que você realmente era, ou medo de tamanha força dessas sensações te dominarem? Não consigo te entender, cara! Se você me ligasse hoje, poria um OVO, ia dispirocar diante tanta nostalgia, né? Mas quer saber? Por mim você botava quantas dúzias quisesse. Talvez isso te fizesse bem... rs. 

E é isso...
Hoje senti saudade de dançar na chuva, choveu e eu não fui recebê-la.
Senti saudade de uma pessoa querida, liguei mas não a disse que estava com saudade.
Senti a sensação de que deveria despedir-me, olhar mais profundamente nos olhos de cada um, mas agi normalmente como numa segunda-feira.
Aí não tem jeito. Tenho que voltar para ele e reconhecer: 

-É Seu, Plat's... Ás vezes me enxergo em você, te enxergo em mim e embora concorde não com seu discurso, algumas ações me remetem a seu pensar. Tem como me ligar hoje?









 


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Um pensamento, um desejo, um pedido e "só"



penso que não deva me exasperar... o exaspero me soa como pirraça, e eu a odeio. Mas confesso que chego a surpreender-me como sei fazer tão bem algo que odeio tanto, e no seu lugar não pagaria para ver.

aguardo o tempo de se tocar e perceber que há tempos não faço questão de te agradar, e que o contrário do que deseja para mim é excitante.


desejo que não tente sufocar minha voz, pois tenho medo do meu grito te ensurdecer quando o ar implodir minha boca.

almejo que caia na real e perceba que seu falso moralismo não abala as colunas do meu pensar, e ENXERGUE que o que me guia são princípios e não seu latim.
Não me subestime!  
Não me subestime!
E agora, um último apelo: Não me subestime!




Acredito que será melhor para todos...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011


A ciência é grosseira, a vida é sutil,
e é para corrigir essa distância que a
literatura nos importa.
Roland Barthes



Mais nada a declarar...

"Complicaços"

Faltou energia quando ambos estavam na sala, e um deles quebra o silêncio:

Pai: Não é fácil entender, filha.

Filha: O quê?
Pai: Você.
Filha: Por que?
Pai: É complicada.


Ela acende a lanterna em direção à TV e fazendo do dedo pincel contorna um retângulo na vertical, com um triângulo em cima e a lado dois retângulos um acima do outro.


Filha: Que o senhor vê, pai?
Pai: Uma casa?
Filha: Tá perguntando ou respondendo?

Pai: Uma casa!

Ela agora pincela em sua tela iluminada pela lanterna um retângulo como base e um traço na vertical sustentando um triângulo na extremidade.

                                                       


Filha: E agora, o que vê?
Pai: Parece um barco.
Filha: Fácil né?
Pai: Claro!
Filha: Pois é. Figuras básicas todos conhecem. Desenhos assim são fáceis de interpretar, mas para compreender uma pintura de Monet, Canidé, Picasso ou Tarsila talvez fosse necessário pousar o olhar sobre a pintura  com um pouco mais de dedicação para compreendê-lo.
Pai: Sim... E daíi?
Filha: E daí que um dia fui tão óbvia quanto os traços da casa e do barco, mas hoje talvez seja uma tela de Monet: nem todos compreendem, mas há quem aprecie ainda assim. Não é complicado, só não é tão simples quanto a casa e o barco. Só isso...

A lanterna foi desligada.
O silêncio tomou conta do ambiente novamente.

Ambos riram. Por motivos distintos talvez, mas ambos riram...

sábado, 3 de dezembro de 2011

"Em coração de homem não se passeia"


 
“Em coração de homem não se passeia”. Dizia Cristina com olhar de quem tem mais a revelar. E eu que já perdi as contas de quantas vezes ouvi, ficava a pensar: “Que será, meu Deus, que Cris sabe e eu não sei?”; e a observava naquele vai-e-vem de pano de chão, rodo e alta filosofia. Enquanto tentava atingir sua meta diária, sempre externava suas insatisfações. Ainda que eu não tivesse muito a acrescentar, balançava a cabeça em “sinal de sim”, ou participava com um “hum hum”. Ora achava graça;  ora, sorria; as vezes em meio a falação me dava as costas. Não entendia muito bem o último gesto, mas isso não me fazia gostar menos dela.
Hoje, há aproximadamente um ano, não convivo mais com Cris, mas volta  e meia algo me faz lembrar de sua frase...
Percebo que decepções fazem com que  deixemos de apreciar quem tínhamos em alta estima por anos; que poucos são os que merecem o privilégio de ser chamados amigos e somos imprevisíveis demais para comprometer nossas atitudes vindouras com promessas. À medida que acompanho o caminhar da boiada, lá dentro ecoa uma voz dizendo:  “Isso não é novidade pra ninguém, moça. Em coração de homem não se passeia”.
Quantas vezes insistimos em passear em corações perpassando entre dúvidas, esperanças e enganos? Em algumas nos perdemos, mas em outras não. E quem pode prever onde essas ruas nos levarão?
Criamos expectativas, mas faz-se necessário ter em mente que nada é plenamente conhecido. Conhecer? Nem cada um a si mesmo. Você pode reconhecer-se em alguns pontos, mas surpreender-se com algumas atitudes suas. E quando me pergunto sobre tudo isso, prefiro concordadr com Cris: “Em coração de homem não se passeia”. Nem no próprio.

Só isso...



É que infelizmente certas palavras que deveriam ser de admoestação caíram como pedradas e elas doíam muito. A força com que eram arremessadas aumentava a intensidade da dor e me deixou assim, estática, paradinha, tentando entender certas atitudes alheias e minhas talvez. O que dói é perceber que me permiti ser cativa de idéias equivocadas e aceitei o julgamento como coerente. Coerente a tal ponto de nem mesmo relutar ou tentar explicar um pouco mais. Dói perceber que o pouco que expliquei não foi o suficiente para que minhas palavras fossem recebidas sem armaduras, como verdade. Que dói mais? Meu receio. É sim, meu receio como se estivesse completamente “errada’, e interromper um diálogo com medo de um próximo julgamento. Dói notar que há quem embora não diga, demonstre mais confiança em mim do que alguém a quem me esforcei para explicar atitudes minhas por anos.
Só queria entender...
só queria explicar...
Só isso.

domingo, 2 de outubro de 2011

Que elas sempre me invadam



         As palavras ficam soltas aqui no quarto, e para uni-las tenho que rebuscá-las pelos cantos, na blusa abandonada, na poeira debaixo da cama, dentro dos sapatos e as vezes, ainda que raramente, flutuando em minha frente. Percebo que quando não faço questão delas e sento-me na cadeira da maresia, tentam invadir-me, rodeando acariciam minhas mãos, invadem minha boca... não resisto. E quando elas fogem? A gravidade do meu desejo de combiná-las parece insuficiente para atê-las aqui dentro; e quando olho ao redor percebo portas e janelas abertas. Talvez por ali elas fujam, mas pelas mesmas brechas que elas fogem, outras invadem. Invadem, me tomam e quando não estou mais por conta, assim como elas o quarto não me delimita mais. Escapo pelas brechas que elas alargaram ao entrar.

Ah, palavras...

domingo, 11 de setembro de 2011

Páginas

Enquanto o tempo passa, páginas são viradas, e cada um de nós pode ser uma dessas páginas. Quando for a página virada, o mais sensato que pode fazer é perceber e deixar de agir como se fosse o tema central do livro ou a página mais marcante para o leitor. Não adianta provocá-lo, a página será passada do mesmo jeito. Também não adianta tentar usar de meias palavras... O leitor entende muita coisa desde o início do capítulo mas quando novas descobertas são feitas, talvez ache que não deva prender-se as primeiras. E que pode condená-lo? Nem mesmo o autor...
Pra não dizer que não fale das flores... flores, flores, flores...
Carinhosamente a todas as paginas que folheei, as que folhearei e por que não as que folheio?
                                                           Atenciosamente,
                                                      Uma página, ora autor, ora leitor.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Receitando a escrita...



Ingredientes:
Coesão;
Termos precisos;
Organização do pensamento;
Autenticidade;
Adequação e estilo;
Pesquisa;
Termos precisos;
Escrita simples;
Esclarecimento;
Revisão de texto.



Modo de preparo
Massa:

Num recipiente amplo, misture com as mãos, autenticidade, coesão e resultado de pesquisas triturados até obter uma massa homogênea. Talvez seja necessário esticar a massa com rolo de esclarecimento para encontrar bolinhas de dúvidas e termos imprecisos. Se encontra-los deve desfaze-los por aumentar a dose de pesquisa. Adicione uma quantidade razoável de organização de pensamento para que a massa fique lisa. O acréscimo de termos precisos com simplicidade é indispensável para que o texto fique solto e leve. Enquanto prepara o recheio, deixe a massa descansar envolta em disposição para refazer; isso faz com que o aprimoramento fermente a massa e renda mais porções.

Recheio:

Misture uma porção de resultado da pesquisa com organização de pensamento. A fim de obter um bom recheio, acrescente doses de coerência. Não esqueça que a qualidade do recheio engrandece todo o prato.

Para montar:

Numa forma de processo formal e sistemático coloque metade da massa. Em seguida, espalhe o recheio por toda a mistura e acrescente o restante da massa. Leve ao forno a forma a 360°AE (Adequação e estilo).
Enquanto assa, não utilize o palito de explicações excessivas para certificar-se da umidade, antes, utilize para tal procedimento o palito de informações objetivas.

Observações:. A massa corada é índice de que o texto já pode ser retirado do forno. Para o toque final, com o pincel esclarecimento nº 10, cubra com levemente com uma camada fina e delicada de revisão de texto.

 

Texto produzido a pedido da professora de Produção Textual. Confesso que prefiro as escritas espontâneas, mas curti fazer isso. 
Ao desenvolver a receita, passei pelo mundo das conclusões mas resolvi não permanecer. Bati na porta da dialética e resolvi sentar na poltrona da intertextualidade. O que me levou aos seguintes pensamentos...
Quando tem ao dispor a receita de um prato, seu sabor é previsível e o resultado da escrita não. Por mais que tenhamos uma receita, cada escrita ao sair do forno exala uma fragância ímpar e tem um sabor singular. Por outro lado quem oferece tanto a escrita quanto o prato que preparou se arrisca, se expõe; o texto sob outros olhares e o prato no paladar de que o aprecia deixam de ser de quem preparou para ser de quem os deliciam...
Assim, fica a receita para quem quiser desfrutá-la e o incentivo para que se expor, criar novas receitas e deliciar o que há de melhor...


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quantos complementos forem necessários... Quantos olhares forem precisos...


          Semana passada estive em primeiro contato com o texto Orientação dos gatos, de Julio Cortazar e quando me foi perguntado sobre seu assunto, respondi que explicava sobre uma espécie de catarse, que tratava do efeito que a arte pode ter em nós. Após a segunda leitura conclui que tratava-se da relação entre ele(autor), Alana(sua esposa) e Osiris(o gato) tendo como complemento a arte. Li a terceira vez, e me senti afogada num ignorância infinita, não entendia mais nada, cada frase leava a contradição das antigas conclusões. Após perder a conta de tantas releituras, percebi um pouco do que está por trás de todas aquelas palavras e resolvi compartilhar.
           O cara(eu-lírico) estava em busca de conhecer sua esposa por completo. Não aceitava o fato de compreender seu gato, mas achar que entre ele e sua esposa algo como uma barreira invisível atrapalhava tal compreensão. O marido acreditava que ela o olhava fixamente mas que seu olhar escondia mistérios que ele gostaria de desvendar mas não sabia por que caminho seguir. A arte os aproximavam porque ele contemplava seu olhar, seus gestos, sua feição ao escutar musicas ou apreciar um quadro, e tais reações a revelavam ora serena, ora intrigada. Ao encerrar o texto, descreve em minúncias suas expressões, mas por fim, assume que ao observar um último quadro, seus olhos ficaram tão vidrados que é como se ela  tivesse ido e não mais voltado. Seu esposo por sua vez, não conseguia enxergar o que a fazia pairar.
          Não consegui parar de pensar nessa leitura e cá desse ângulo cheguei a conclusão que seria impossível para o tal moço saciar sua curiosidade. Como conhecer alguém por completo? Pra que? Quem é completo? E se alguém fosse realmente, que graça teria desvendar o mistério e segredo do que lhe encanta? 
          A completude é uma ciência que não compete a nós humanos. Sempre temos a acrescentar e ser acrescentado ainda que não percebamos. Toques, olhares, perdões, discussões, migalhas, pessoas, a arte interessam-nos por nos complementarem(reconheçamos ou não). E quem afirma ser completo é um dos mais imcompletos seres por não permitir-se complementar com o que o cerca. Somos como estatuas multiladas precisando de reparos e os que pasam por nós nessa jornada chamada vida são artesão que fazem reparos em nós. Uns mais mais hábeis que outros, acabam por retocar-nos, fazer-nos mais nós. 
          Somos o que somos porque algo ou alguem nos complementa. E no seu caso, o que te faz você? O que te complementa? O que permite acrescentar-se e o que acrescenta?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

E se ele pedir o quarto?

          Um dia desses, voltando de mais um dia de correria aos meu aposento para enfim descansar, estava a pensar numas platonices muito loucas. Na última aula que foi de Estudos Literários estudamos sobre Platão e sua visão de poesia... Poxa, Platão me fez tirar os pés do chão cá entre meus "Porquês". Estava a pensar em meus desamores quando meu pensamento foi interrompido por um volume que me empurrava o braço direito e despertei dos meus devaneios.
           Era uma senhora com uma garotinha que aparentava ter uns 4 aninhos. Como estava muito cansada e DEFINITIVAMENTE não doaria meu lugar aquela senhora(devia ter uns 30, diga-se de passagem), perguntei se gostaria de por a criança em meu colo. Ela aceitou e assim o fiz. Ela logo cochilou, e sua mãe em meio a tantos sinais fechados e apertos pôs-se a falar sobre relacionamentos, família, amor, traição e não achei justo deixá-la falando sozinha. Passei a fazer perguntas acerca de tais assuntos e ela comentava de forma empolgada, como se a tempos não desfrutasse de tanta atenção. Até que conversando sobre filhos, falou:
-A mulher depois de "parir" tem que se cuidar e entrar numa academia.
-Por que?
-Porque se não o marido abandona.
-Sério, moça?
-É sim, eles são todos iguais e querem o que toda mulher tem para oferecer. 
-E se não entar na academia?
-Se não se cuidar eles procuram na rua.
-Ahhh... E ela é sua única filha?
-Que nada minha filha, ela tem um irmãozinho mais novo que ela e esse daqui.
Nesse momento olhei ao lado porque até então não tinha percebido  a outra criança, quando ela alisou com ternura a barriga.
-Nossa! Nem tinha percbido que a senhora está grávida. Desculpa,  senta aqui.
-Não, não precisa. Barriga pequenininha ainda... Eu não queria mais não sabe, mas se Ele quis, fazer o quê?
-E se ele pedir o quarto?
-Não vai pedir não. Já vou sair operada para não parir mais.
-E se ele pedir para não operar?...

          E o papo prosseguiu até o momento em que chegeui no meu ponto...
          Vi naquela moça centenas de brasileiras que vivem em prol dos desejos de seus companheiros que por sua vez parecem pouco se importar com seus desejos próprios e esquecem do poder que tem de como mulher, de como gente mesmo, se pronunciar, se impor. E sabe o que dói? Ela também não queria ter o terceiro. E se ele pedir para não operar? E se ele pedir o quarto?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Por perceber-se assim

Não que quizesse ser assim, mas por perceber-se assim...
Por amar sorrisos,
Por ser fissurada por borboletas,

Por não amar cor-de-rosa,
Por lembrar das pessoas pelo seu olhar,
Por emocionar-se ouvindo música,
Par amar as letras "P" e "M" não sabendo por que parafernalha,
Por não saber comportar-se perto de quem gosta,
Por só discutir pra valer com quem gosta muito,
Por sentir-se ora uma gota, ora um oceano,
Por assistir quando deveria protagonizar,
Por achar belo o número 21(Vá entender...)
Por intolerar indiferença
Por ser hipócrita,
Por rir para não chorar,
Por estravazar em momentos inesperados,
Por ser desorganizada,
Por preferir salgados e crocantes.
Por ser fascinada por sons,
Por chamar por Jah ao sentir vontade de xingar,
Por tentar omitir sentimentos apesar de ser péssima nisto,
Por despertar do sono e passar madrugadas afora, fora de si, perdida em leituras,
Por não sentir-se nem menina, nem mulher
Por falar demais,
Por dispirocar ao ouvir na rádio na canção inesperada(apesar de sabê-la de cor),
Por dedicar a pessoas queridas canções, melodias, poemas,
Por não importar-se em contrariar seus iguais,
Por não gostar de dar satisfações,
Por ser invadida pela instabilidade e ser vista como "equilibrada",
Por amar pipoca, macarrão, reggae, MPB e gente,
Por apaixonar-se todos os dias,
Por colecionar cartas,
Por discordar de Platão apesar de compreendê-lo.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Por quê?

Por que liguei?
           
         Porque queria um favor?
                    
                  Porque lembrei de algo que tinha que passar e não tinha dado tempo?

                                                 Porque...
     
                                                                             Ahh...
 Porque...
                                        Cri...                                                          Cri..


Ah liguei porque queria falar contigo, e pronto! E quando se quer falar com alguém não é preciso "Porquês". Até porque, Se para tudo questionarmos as infinidades dos "Porquês" nem de casa saíamos. 

Quer saber mais ? ... E postei porque quis postar.

Assim como liguei ontem porque quis ligar quando queria te ouvir falar qualquer besteira que fosse...


Sei que inventaria um motivo para ligar...

Ainda bem que vocês vivem comigo...

Em meio a recessos prolongados,
      Em meio a bebidas, estouros e danças,
            Em tempos de fazer manha na cama até umas horas aproveitando este friozinho,
      
           Não esqueceram!
                      
                        Ligam para saber como passei o feriado.
                            Ligam para lembrar-me de molhar as plantinhas.
                                Ligam para mandar-me beijinhos.
                                    Ligam para desejar-me um ExCeLeNtE dia! 

E em meio a tantos papéis, clipes e grampos páro o dia para fazer uma notinha de agradecimento. 
                                       Sinto-me 
                                                     sinceramente, 
                                                                           muito grata!




*Como diria uma prima: "Isso é gostosinho, gostosinho mesmo!"         

quarta-feira, 29 de junho de 2011

UNEB cancela ou não o semestre 2011.1?

       Nada relacionado a cancelamento do semestre saiu no diário oficial, e para a UNEB vigora o que neste consta.
        A coordenadora do curso de Letras, Maria da Conceição, anunciou em sala, no dia 21 de junho de 2011 que o semestre seria continuado com encerramento previsto para Setembro. Porém, maior parte dos alunos optam pelo cancelamento do semestre. Como até então foram ignorados, os alunos decidiram fazer reivindicações por barrarem professores e alunos na entrada da Universidade ontem, 28 de junho de 2011. 
      Está prevista para hoje, 29 de junho, uma assembléia dos estudantes, para deidir se haverá o cancelamento ou não, e que meios serão tomados para que a decisão da maioria seja vigorada. 
      Vale ressaltar que além do cancelamento do semestre, são feitas outras exigências  pelos alunos, nada que esteja além do devido.
        Alguns professores alegam que as aulas ocorrerão normalmente no dia designado para  assembléia dos estudantes, mas por que não o fizeram quando houve a greve dos professores? Querem que para assistir a aula os alunos enfrentem seus colegas? Uma dose de Sensatez cai bem, e é de graça!


PS: É lamentável que alguns alunos não comprometidos com a seriedade do caso, tentem macular a imagem dos estudantes que são, por levar até o local cerveja e muúsicas degradantes em seus carros. Os que assim fizeram não fazem parte dos que lideram as reivindicações.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ler para uma criança muda sua história

        

       Essa semana ao abrir o pacote da última edição da Revista Escola, percebi um volume a mais. Era um envelope com a logomarca Itau  e estranhei:
"Oush! Não pedi cartão nenhum!", mas "Puxa, que massa!" foi a primeira reação ao terminar de abri-lo. Era uma coleção de livros infantis e acheia iniciativa  máximo! Entre parlendas, poesias e contos para crianças, o último que li foi o clássico Os três porquinhos. Que viagem...
                 Lembrei  de que na minha infância, muitas vezes antes de dormir meu  pai perguntava: "Quem quer ouvir uma história?"  Nossa! Eu amava aquele momento: corria disparada em direção ao quarto dele e deitava em suas costas, que sempre contava cheio de leotrias e entusiasmo estórias que só ouvia dele, sempre com lições (tinha que ter, né?). Ele té tentou contar uns clássicos mas era bombardeado com perguntas, tipo:
"Painho que história mentirosa é essa? Pq o lobo não pegou o porquinho se ele é gordinho e o lobo é bem rápido?"
"Por que a mãe deles era má?"- e o coitado reagia: "Mas eu não disse isso".
"Ah, mas ela "botou" eles pra fora de casa. Deus é mais! E o lobo, porque desceu pela chaminé se lá debaixo tinha uma panela?
"Porque ele não sabia que a panela estava lá, minha filha"-explicava.
"Mas a água estava fervendo né? Então tinha fumaça..."

                   Talvez por incidentes como esse não tenha insistido nos clássicos, mas contava cada uma que nenhuma de minhas coleguinhas haviam escutado e acho que detalhes como esses fez de meu Pai "O cara" tão singular no meu mundinho.

                   Quando comecei a achar que cresci demais para deitar nas costas de meu pai passei a ler outras histórias, depois contos, poesias e hoje a cada dia percebo-me mais apaixonada por Literatura. Assim, pude perceber, ao escrever essa recordações que talvez um dos fatores que motivaram a cursar Letras tenha sido plantado a muito tempo com a pergunta: "Quem quer ouvir uma história?". 
Por razões como essas acredito que ler para uma criança muda sua história.







  

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Não tens noção...

Não tens noção de como me irrita sua sutileza,
Não tens noção de como me fere sua indiferença,
Não tens noção de como me intrigam sua palavras...
Definitivamente, não tens noção.
Não, mesmo!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sentimento é sentimento em qualquer idade...

Ela tem sete aninhos. Ele também.
Ela permanece na escola por período integral. Ele também;
Ela está no 2º ano do Ensino fundamental. Ele também.
Ela é linda. Ele nem tanto, mas seus olhinhos marotos o fazem encantador.  
Ela é tida como "garota-padrão". Ele absolutamente não.
Ela delata todas as travessuras. Ele lidera a maioria delas.
Ela apaixonou-se. Ele, talvez.
Ela aprecia sua astúcia. Ele aprecia a astúcia das garotas mais velhas que ele.
Ela chorou piamente após o banho hoje. Ele a observava.
Ela não quis almoçar. Ele também não.
Ela estava magoada. Ele não via motivos para isso.
Ela sentia-se dispensada. Ele a dispensou.

Em meio as lágrimas ela quase não conseguia falar que sua tristeza sem fim era consequencia da mágoa que seu amadinho lhe causou. Ele terminou o namoro e ela ficou triste, foi isso.
Amanhã, ela o verá novamente.
Depois de manhã, novamente.
Um dia depois de amanhã também...

Nada como um dia após o outro.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pensamentos soltos, desabafo, talvez...



"Saber como chegar e quando sair exige sabedoria. Despedir-se com a certeza de que as portas manter-se-ão abertas é melhor do que despedir-se com a sensação de que já vai tarde."
                                 

                                                                                                                  Jaqueline  Plácido.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ivan Lins em Salvador por R$10,00? Eu nem keria!!!

O show foi lindo demais!!!
 Ivan, muito bem humorado, encantou a platéia que manteve-se entusiasmada do começo ao fim de sua apresentação. Vale ressaltar que conta estórias muito bem. Foram 03:15 muito prazerosas.  As portas soteropolitanas do TCA estarão sempre abertas para o "Carioca azeitado". Rs!

PS: Fiquem ligados na próximas atrações que a Petrobras trará a nossa Capital. Os ingressos custam apenas R$ 20,00 inteira e R$10,00 meia.

domingo, 15 de maio de 2011

Essa semana...

Essa semana senti-me tão inconstante.
Gritei com quem achava que não gritaria,
Chorei em circunstâncias que pensei que não choraria,
Neguei falar o que eu sentia quando essa oportunidade me foi concedida. ( A gota d'água! Isso nunk tinha acontecido)
Superei minhas cólicas,
E no penultimo dia da semana... Impressionante!
Senti um imenso alivio de tudo isso.
Nada que uma conversa franca não possa resolver,
Não há pesar que conversar com uma pessoa amiga não possa aliviar.

A sensação de ter perdido uns 2kg apos desabafar me é engraçada até agora.

Na sexta, ao dormir, tive a sensação de não ser a mesma que acordou as 05:30 na segunda, nem a que levantou-se às 05:10 da própria sexta.

Ahh... inesquecível essa semana!!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

E se musica fosse unidade de medida?

Viajei pensando nisto. Tipo... as vezes perco a noção do tempo, de espaço, distancia. Mas se pudesse medir com musicas td se tornaria mais fácil:

Gasto:
2 musicas e 1/2 caminhando rápido da minha casa até o trabalho;
3 musicas tomando banho no meio da semana (sacomé neh? Eh corrido, poxa!);
10 musicas tomando banho no Final de semana;
1/2 musica para defecar (isso  varia... depende muito do que foi consumido);
20 músicas ouvindo minha mãe reclamar de algo que ficou fora do lugar!!!
50 musicas parafazer um fichamento.

 Imagina...
Uma amiga me esperando para sairmos:
*Bia: Jaque, que demora! Sabe a quanto tempo eu estou aqui te esperando?
*Jaque: Oush! Eu tô atrazada eh? Nem senti... Relaxe amiga, só demorei umas três musicas.

Prof de inglês chega trasado :
Jaque: Qual foi Teacher? Perdeu a hora? Sua aula era para ter começado ha umas 30 musicas atras.

Theu: Pow Jaque foi mal, o onibus levou 10 musicas para passar, e o engarrafamento tava enorme, há umas 20 musicas já. Tive que vir de moto taxi!

Perfeito não?

Só não conseguir calcular minha idade em músicas, mas quer saber? Nem preciso. Ainda tenho uma eternidade. Ouvi dizer que minha vida é uma eterna canção para compor! E você, Qual seu ritmo?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

E lá sE vAi MaIs uma ViDa...

Meu ombro,
                  Meu olhar,
                               Minhas poucas palavras,
                                                               Meu abraço,
                                                                              Meu silencio.
Percebo a dor que quebranta seu olhar...
Se soubesse de algo mais para oferecê-lo, ofereceria
Mas nessas horas muito falar de pouca coisa valeria.

A cada pessoa que se vai, creio cada vez mais que a Vida é uma belíssima exceção. Fomos projetados para a eternidade de vida e a forma maravilhosa como nossos sistemas precisam funcionar para que permaneçamos vivos é espantosa! E, de repente, pelo mal funcionamento de um órgão uma vida expira! Por mais que se espere... dói! Dói muito!
Que fazer? Chorar? Morrer junto? rs! Recordar momentos bons nos conforta, e manter esperança dum reencontro nos consola. Que façamos agora nossa parte para que tal encontro se realize!





Ao meu amigo Diego, pela sua tia Lúcia.
Em 18 de abril de 2011 (15 de nisã).

Lição de Vida: Mr. Holland - Adorável Professor.


                 Sabe quando você começa a assistir sem interesse... Pensando em 1001 coisas menos em concentrar-se no que está diante dos seus olhos? rs! Comigo foi assim, mas fui tomada pela história do filme de forma tão sublime que sai com vontade de contar pra todo mundo... Acredito que uma obra por mais ostentosa que seja, se não desperta sentimento em alguém perde o sentido e suplanta todo e qualquer investimento feito, o que não é o caso do filme agora em pauta. Sua temática prescreve reflexão: Por que ensinar? Como fazer? Até que ponto vale a pena o esforço do educador? E se isto envolver a vida pessoal, vale a pena mudar? Tensões familiares, vale a pena discutir? Cá entre nós todos... Apaixonei-me! 
             Minha intenção, hoje, não é fazer uma crítica do filme, mas indicá-lo. Seja você professor, aluno, pai, filho, carpinteiro, prostituta, escritor, cozinheiro... É um filme para a Vida! Se desejar externar que achou de "Mr. Holland-Adorável Professor" sinta-se a vontade... Este espaço é todo nosso... 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Enfim, aulas!

              Enfim 28 de março de 2011 chegou em nossa vidas. Para alguns, uma segunda-feira a mais recheada de preocupações, trabalho, volta as aulas... para outros um dia de folga, mas para cerca de 532 picaros corações um dia especial. O primeiro de muitos que com fé em Jah virão. Atuantes no mercado de trabalho, experientes, vestibulandos de 1ª viagem ou não, com os mais variados, possíveis e inimagináveis objetivos estaremos todos dando o primeiro passo necessário para a formação profissional e pessoal, por que não?
           Depois de um ano de investimentos em livros(que muitas vezes serviam como travesseiros), abdicação de festas(quando possível), dias inteiros fora de casa para trabalho e estudo(sem contar com os finais de semana), convivendo mais com colegas(muitas vezes mais parceiros, cumplices) do que familiares... Poxa, a sensação de que  valeu a pena é inexplicável!
         Torço sinceramente por todos que alcançaram esse objetivo, que ainda é o começo de uma longa jornada e sou muito agradecida a todos que direta ou indiretamente me apoiaram, acompanharam minha saga de vestibulanda iniciante, ouviram minhas angústias e me fizeram mudar o modo de encarar os fatos quando conclui precipitadamente que não passaria no Vestiba. Ah... e aos que não acreditaram também, muito obrigada! Desafios sempre são bem-vindos! 
          Aos aprovados, sucesso! Aos que ainda não foram, não desistam! Pensem nisto:
          "Enquanto o pessimista se queixa do vento e o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas." 
              
               

sexta-feira, 25 de março de 2011

"Simplesmente, Pedro Mariano"



           Pedrinho deu uma canja no TCA, no último dia 19 em Salvador. Simples como sempre, afinadíssimo e de um molejo que vou te contar, Elis se orgulharia de ver o filhão "brilhar na passarela". Agora cá entre nós todos, para os admiradores de Pedro, que acompanham seu trabalho pode ter valido a pena comprovar seu talento, mas confesso: sem uma pitada de novidade. Se alguém na assistência acompahasse o áudio do CD dele não perceberia nenhuma diferença. As nuances vocais, iguaizinhas! Aff! Até os lançamentos da noite, que conferi no Youtube em shows anteriores, com exceção das vezes que entoadas em dueto, dava para confundir. Penso que criatividade sempre cai bem.
        Enfim, curti ouvi-lo Ao Vivo, as músicas "inéditas"(o youtube tira o sentido desse termo, neh?) "Para você dar o nome" e "Miragem" são encantadoras. No mais, ano que vem, se em vida estiver, pretendo conferir mudanças no "show" de Pedrinho, caso contrário, continuarei a apreciar seu talento e bela interpretação,  mas à distância.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Criticar é preciso.

Sobre Senhora (desfecho), de José de Alencar.







             Penso que um dos aspectos mais fascinantes desta obra é a capacidade do ser humano, de sorrir apesar de sentir dor, num momento de vingança, para alimentar o ego. Aurélia, apesar de seu intenso amor por Fernando age com a razão, o que não seria comum para as mulheres daquela época. 

            Confesso que no momento em que Aurélia dobra-se aos pés de Fernando, apesar de não ter nada contra o "romantismo", indigno-me pelo fato de que, fora ela tão concisa, tão firme e racional, e nesse momento humilha-se diante de um homem que a humilhou outrora (posição que a sociedade da época em que vivia preconizava). Mas que se há de fazer? Quem sou eu para definir o final duma obra de Zé?
            Compreendo o desfecho de Alencar, mas creio que existiria uma forma mais sensata de evidenciar o sentimento intenso de Aurélia em relação a Fernando, sem que chegasse a tal extremo. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Recordações em papel

É interessante como as lembranças mexem com nossos sentimentos. No inicio deste ano tive o privilegio de encontrar uma redação que havia feito há cerca de 2 anos atrás, na seleção do lugar que atuo profissionalmente. Meu God! Rolou um "mix  mental". Voltei no tempo... lembrei de como eu era, dos meus ideais na época, do que almejava e o que consegui de lá para cá. Enfim, julguei-o digno da primeira postagem. Portanto, compartilho com vocês.


                                                                                  
A importância de educar

           E educação pode ocorrer de duas formas:sistemática e assistemática. A educação assistemática ocorre de maneira informal, através de uma conversa, ou leitura... não se segue um esquema. Já a educação sistemática segue um esquema, como é o caso da escola.
          Assumir o papel de educar é uma grande responsabilidade,pois o aluno não é apenas uma criança para receber informações. Mas um pequeno indivíduo rumo ao progresso, a ser trabalhado com atenção, dinamismo e afeto.
          Infelizmente, no mundo atual, a responsabilidade doméstica de educar tem sido deixada a cargo da escola, o que dobra a responsabilidade do educador, que em muitos momentos tem de lidar com situações complicada. É preciso ter responsabilidade e compromisso para contornar muitas situações.
            Apesar da educação ser levada em conta cada vez menos a sério pelos governantes de nosso país, é preciso reconhecer que educar é preciso, pois a educação tem poder de transformação. Assim, sistemática ou assistemática, contribui em muito para a formação da personalidade de cada indivíduo.